O Halloween regressa, em grande, à nossa escola!

As professoras de Inglês do 3º ciclo resolveram assustar-nos… e muito!
Começaram por promover o concurso de “Jack O´Lanterns”, ou seja, a decoração de abóboras feita por todos os alunos do 3ºciclo e turmas de Oportunidade. Os vencedores destacaram-se pelas abóboras mais horrendas do planeta, mas foram compensados com belas guloseimas… o “Trick or Treat” sempre compensa! Ainda foram projetados vídeos relacionados com o Halloween, e o polivalente estava horrivelmente bem decorado!

 
Mas, qual é a origem do Halloween?
Remonta ao tempo dos Povos Celtas, muitos anos antes de Cristo nascer. O Culto dos Mortos sempre foi muito forte no Norte da Europa, onde se faziam rituais bem complexos para honrar estas entidades. A data em que se festeja tem as suas raízes na véspera (eve) do dia dos Santos (hallos), daí: Halloween. Era comum as pessoas vestirem-se de mortos-vivos para, assim, serem confundidas com os mortos que, pensavam, saiam das suas sepulturas neste dia. Estes disfarces constituíam defesas, e, assim, estariam protegidas de algum mal que lhes quisessem infligir.
Sabias que a decoração das abóboras nasceu da decoração de nabos? Sim, tocas de nabos! Inicialmente, os europeus escavavam os “turnips” e decoravam-nos a gosto (ou a mau gosto, como queiras). No século XIX, com a emigração para os Estados Unidos da América, e dado a proliferação de abóboras neste país, os colonos trocaram as tocas de nabos por abóboras. Claro que foi uma bela escolha, dado que, assim, a imaginação poderia fluir muito mais com esta “matéria prima” mais fácil de escavar e de decorar.

No nosso país, e na generalidade dos países não anglo-saxónicos, a comemoração do Halloween foi implementada pelos professores de Inglês já nos anos 80, do século XX. A comercialização de artigos relacionados ajudou bastante no impacto que este dia assume atualmente em Portugal. Anteriormente, no dia de Todos-os-Santos, as crianças pediam “Pão Por Deus” numas saquinhas feitas de retalhos de tecido. Comia-se milho cozido e até se dizia que “No dia de Todos-os –Santos quem não come grão, não é cristão”. Felizmente, ainda há famílias que honram o dia desta forma.
Os tempos mudam. Os festejos também, mas a génese da comemoração é a mesma: homenagear quem já partiu.
Nota:
Agradece-se a colaboração das Sras Professoras Patrícia Nazaré (notas) e Ana Cunha (fotos).

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